A Menina Mais Fria de Coldtown

A Menina Mais Fria de Coldtown Holly Black




Resenhas - A Menina Mais Fria de Coldtown


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LPHanna182 07/09/2015

"Todo herói é o vilão de sua própria história" - Lucien Moreau
Palmas para a Holly Black, boa escritora. Adorei A Menina Mais Fria de Coldtown, a começar pela capa que é um máximo e a história mais ainda. Nem de longe se parecem com aquelas leituras chatas de vampiros entediantes e toscos. Os mortos-vivos do livro da Holly são super badass. Coldtowns são cidades rodeadas por muros que abrigam monstros e seres humanos, um lugar em que presas e predadores ocupam o mesmo espaço, uma cadeia sangrenta. A história gira em torno da nossa querida protagonista Tana (me representa essa guria) que depois de ir a uma festa e acordar em meio a uma pilha de corpos drenados e descobrir que os únicos sobreviventes do massacre são: Aidan (ex-namorado da Tana que tentei odiar, mas não consegui), Gavriel (amei esse nome, a pronúncia é fantástica, adoro ficar falando e ele é um personagem fantástico também) e Tana é claro. Daí eles partem em uma jornada para além dos muros de coldtown e se quiser saber mais leia o livro rsrs. A história de vida do Gavriel é sofrida hein, deu dó dele, de qualquer forma ele é o insano mais fofo que eu já vi, e nos momentos de lucidez ele arrasa. Midnight e Winter são duas criaturas pertubadas tb, tiveram um final de acordo com o que buscavam: “a morte”. Toda a trama envolvendo Lucien e Gravriel e o Aranha (fiquei chocada com as descobertas sobre o mesmo no final) foram perfeitas, não imaginaria um jeito melhor de resolver toda a treta kkk muito inteligente da parte da Holly. Valentina e Jameson são dois ótimos coadjuvantes, gostei muito dos dois. Esse livro é cheio de frases de impacto, adorei isso. O final foi excelente, enfim, ótimos personagens, bom enredo, local e tempo onde se passam a trama um sucesso, autora maravilhosa e leitora (eu) super empolgada no final.
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Marí Amo 08/09/2015

Maravilhoso
Não há maneiras de parar de ler, Gavriel e Tana são os pontos chave da história. A determinação de Tana e a bondade de salvar uma criatura tão perturbada e insana como Gavriel é fantástica! E a cada página uma revelação que surpreende e torna cada vez mais viciante a história. Personagens variados e cativantes e um virus vampiro jamais imaginado por mim. Desfecho de cair o queixo e pedir mais .
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Isabelle 09/09/2015

Por trás das linhas: A Menina Mais Fria de Coldtown - Holly Black
Diferente. Essa é a primeira palavra que me vem a cabeça ao pensar em A Menina Mais Fria de Coldtown. Esse, definitivamente, não é um clichê sobre vampiros. Ah, e só para lembrar, esse livro faz parte da minha TBR para a Maratona Literária de Inverno do Geek Freak.
A Menina Mais Fria de Coldtown começa num pós-festa. Tana, nossa personagem principal, acorda numa banheira e lembra vagamente da noite passada, isso por ter bebido muito. Mas ao chegar à cozinha ela percebe: todos estão mortos. Uma simples janela aberta e vampiros invadem uma festa. Ao tentar encontrar seu celular para ligar para a polícia, Tana encontra duas pessoas vivas, seu adorável ex-namorado, Aidan, que agora está infectado, e um misterioso vampiro, Gavriel. E esse trio parte com um único objetivo, chegar à Coldtown.
No mundo de Tana vampiros são completamente reais. O vampirismo é tratado como uma praga. E as primeiras cidades infectadas se tornaram as Coldtowns: cidades muradas e protegidas pelo exército onde vampiros, infectados e pessoas comuns vivem. Os vampiros são sedutores, têm seus próprios programas, são famosos e desejados.
Eu adorei A Menina Mais Fria de Coldtown, foi uma leitura tão leve e tão fluída que nem percebi quando acabou. Só acho que peca um pouco no fim, queria que não tivesse parado ali :( A maioria dos personagens é construída incrivelmente, desde Tana, Aidan e Gavriel até personagens secundários como Valentina e James. E algo que achei super incrível foi a naturalidade em adicionar personagens LGBTT à história. Aidan é bissexual e Valentina transsexual. Adorei como em ambos os casos a sexualidade deles foi algo que complementou o personagem. E não podemos esquecer do romance. Oh, boy! Gavriel me conquistou fácil, fácil.

— Eu não tive um dia muito bom. Acho que ainda posso estar de ressaca, e todo mundo está morto e minha root beer já era.
De forma horripilante, ela sentiu os olhos arderem com lágrimas repentinas.
Ele curvou-se para baixo e pegou Aidan, jogando-o por cima de um dos ombros.
— Vamos arrumar um outro dia para você — disse Gavriel, com uma sinceridade tão estranha que ela teve que sorrir.

Os momentos e descobertas finais foram sensacionais. A forma com que cada ato, cada frase sem sentido se encaixou foi incrível. Espero muito que haja uma continuação pois, claramente, o fim dá abertura para algo. Se você está atrás de um romance e uma história de vampiros bem rápida, A Menina Mais Fria de Coldtown é o que você procura.

site: http://portras-daslinhas.blogspot.com.br/2015/07/a-menina-mais-fria-de-coldtown-holly.html
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Juliara ZonaC 21/10/2015

A MENINA MAIS FRIA DE COLDTOWN - HOLLY BLACK
A menina mais fria de Coldtown foi lançado pela primeira vez em 2013 e trazida no ano seguinte para o Brasil pela editora Novo Conceito. Escrito por Holly Black, o livro nos conta a trajetória de Tana, uma adolescente de dezessete anos que acorda em uma casa, depois de uma festa, rodeada por gente morta. Fala sério, isso num é um começo lindo para um livro? Na verdade, até ela se dar conta de que todo mundo está morto, demora um pouco, afinal ela acorda em uma banheira, e todo mundo da festa estaria na parte de baixo da casa.

site: http://www.zonadeconspiracao.com/2015/10/meninamaisfriadecoldtown.html
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Patricia 10/12/2015

Uma Verdadeira História sobre Vampiros
Holly Black apresenta um mundo sensualmente sombrio dentro e fora de Coldtown, como as verdadeiras histórias sobre vampiros, nada de fadas que brilham ao sol.
Tana com certeza entrou para a minha lista de heroínas preferidas, assim como Gavriel conquistou o meu coração na primeira mordida.
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Leticia Ferfer 13/12/2015

resenha em vídeo
https://youtu.be/epxla18rwQg
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Minha Velha Estante 31/12/2015

“A morte tem seus prediletos, como qualquer um. Aqueles que são queridos da morte não haverão de morrer.”

Vampiros!!! Oba!!! Estava sentindo falta deles, esses são bons e são originais de verdade!!!

A menina mais fria de Coldtown chama-se Tana, é ela quem vai nos contar a sua história nesse mundo cheio de novidades.

“Havia muitos livros e filmes romantizando os vampiros no último século. Era uma questão de tempo até que um vampiro começasse a romantizar a si próprio.”

A história começa quando Tana acorda em um banheiro de festa rodeada pelos cadáveres dos amigos que estiveram com ela em uma festa na noite anterior. Entre os sobreviventes apenas o seu ex-namorado, Aidan, a quem ela estava evitando na festa e está possivelmente infectado, e Gavriel, um belo estranho, ambos amordaçados e amarrados por vampiros. Por tentar salvá-los, Tana despertará a fúria dos vampiros e começa uma longa fuga, junto com a dúvida de ter sido ou não infectada por uma leve mordida em seu tornozelo.

Gavriel deseja ir para a Coldtown de Springfield e aconselha que Aidan também vá por causa da sua infecção. Durante a fuga ele conhecem Midnight e Winter, irmãos que também querem ir para a Coldtown.

Mas como tudo isso começou? Vamos conhecer o universo fantástico que a Holly criou. Caspar Morales decidiu que não mataria pessoas, apenas sugaria o seu sangue, o que ocasionou o primeiro surto de infecção em Springfield. Assim a vítima ficaria Resfriada, se ela bebesse sangue humano a infecção sofria uma mutação e o tornava vampiro. Ou teria que resistir em quarentena durante 88 dias até que a infecção passasse. Haviam sete zonas críticas, seis se tornaram Coldtowns e transmitiam reality shows com vampiros. Lucien Moreau era o mais famoso. Os reality shows passam uma imagem de poder, luxo e muito glamour, o que leva a várias pessoas irem voluntariamente para as Coldtowns, mas o Governo não permitia que elas saíssem como uma forma de controle dos vampiros. Afinal, como eles se alimentariam se não houvessem humanos nas Coldtows?

“Todo mundo tinha medo de morrer, e os vampiros nunca morreriam. Desejar ser um vampiro era tentador, até mesmo se não fosse todo mundo que tivesse coragem de tentar.”

Tana não vê glamour nenhum nisso pois vivenciou todo o sofrimento de sua mãe quando foi infectada e teve que ser trancada no porão da casa para que ela passasse a quarentena lá.

Holly criou uma variedade de personagens muitos bem construídos. Tana é uma personagem fantástica, uma adolescente com jeito de mulher madura. Forte, decidida, sem mimimi mesmo quando está apaixonada.

Gavriel é o vampiro mais gostoso dos últimos tempos!!! Ele é charmoso, como todo vampiro, sedutor e ainda esconde um segredo que será revelado ao longo da história. Muitas vezes cruel, mas vítima do seu próprio passado.

"Gavriel afastou-se dela cambaleando, os lábios avermelhados. Limpou a boca no dorso da mão, o sangue dela manchando-lhe a pele. Comtemplando-a por um bom tempo com algo semelhante a horror, como se a estivesse vendo pela primeira vez, ele disse: - Você é mais perigosa que o nascer do sol."

Aindan é um garotão charmoso, popular entre as mulheres, o típico galinha, que terá suas características aguçadas ao se tornar um vampiro.

Midnight e Winter são irmãos, seu desejo é serem vampiros e morar na Coldtown mais famosa e de lá transmitir para o seu blog o cotidiano de um vampiro. São excêntricos e roubam a cena quando aparecem com o lema “Sem mais aniversário.”

O livro é narrado em terceira pessoa, o que ajuda a conhecer um pouco de tudo o que está acontecendo. A narrativa segue tranquila, dentro de uma escrita leve que alterna presente e flashes do passado que explicam situações atuais. Alterna momentos de muita ação, como no começo e no final, mas mantém uma narrativa morna a maior parte do tempo.

Como sempre, a Novo Conceito está de parabéns por mais esse lançamento. Capa linda, páginas amareladas e letras estilizadas para dar um clima sombrio, sem contar o belo marcador em forma de gota de sangue. Somasse ai a perfeita diagramação e correção ortográfica.


Apesar de ter sido classificado com livro de terror, não senti muito isso. Considero A menina mais fria de Coldtown um livro de literatura fantástica, com vampiros clássicos e com personalidades incríveis. Alguns bem poderiam ter saídos de livros da Anne Rice inclusive. Com suspense, terror, fantasia, ação e, claro, romance, o livro é completo. Além de ter um final muito bom, sem pontas soltas. Recomendo sim! Principalmente para quem estava com saudade dos vampiros de verdade.


site: http://www.minhavelhaestante.com.br/2014/10/leituras-da-drica-menina-mais-fria-de.html
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Horroshow 13/02/2016

Resenha por Marina Borges (Blog Horrorshow)
Devo começar explicando que comprei o livro com altas expectativas, considerando a quantidade de propagandas em todos os lugares. A capa, como todos os livros da Novo Conceito e algumas outras editoras, me chamou muito a atenção, e sim, às vezes eu julgo o livro pela capa na hora de comprar. Quando o livro chegou, estava em uma caixinha super bem feita, com vários avisos de “cuidado”, uma tira de perigo e um jornal de Coldtown dentro. Como não criar expectativas absurdas? Isso é perigoso. Esperei pacientemente as provas passarem e comecei.

Logo no começo, Tana diz de que sangue tem gosto de cobre. Oi? Cobre? Tente ferro. Também temos a figura atual de vampiros bons e civilizados, que nesse caso vivem em cidades fechadas para eles – Coldtowns – e, claro, não se alimentam de pobres humanos indefesos. Felizmente, isso é só na teoria.

(... Continue lendo no link abaixo)

site: http://bloghorrorshow.blogspot.com.br/2015/09/a-menina-mais-fria-de-coldtown-holly.html
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I Love It Group 29/02/2016

Resenha de Tainah Magalhães
Esse livro foi premiado pela Young Adult Library Services Association (YALSA) como o melhor livro de ficção. “A Menina Mais Fria de Coldtown” é da autora Holly Black, da qual conhecemos diversos trabalhos, onde um deles é a serie “As Crônicas de Spiderwick”.

Publicado aqui no Brasil pela editora Novo Conceito, este livro conta com incríveis 382 páginas que fazem você querer mais e mais dessa aventura maravilhosa que tem uma narrativa em terceira pessoa e com vocabulário bem tranquilo, fazendo você chegar ao fim rápido e, como dito, ainda querendo mais.

Coldtown é uma cidade rodeada por muros, e nela habitam vampiros que vivem no isolamento. Os humanos apenas conseguem entrar mediante prova de infecção, mas uma vez ultrapassados os portões de Coldtown, nunca mais se consegue sair e, acreditem se quiser, há muitos humanos querendo entrar nessa cidade e permanecer nela.

Tana é a personagem principal do livro. Ela é uma menina de 18 anos que após uma festa como todas as outras, desperta rodeada por cadáveres, além de outros dois sobreviventes desse terrível massacre. Um é seu insuportável doce ex-namorado que foi infectado, portanto é uma ameaça (no livro mostra como as pessoas viram vampiros e estar infectado é o primeiro passo) e um rapaz misterioso que carrega um terrível segredo. Determinada, Tana entra em uma corrida contra o relógio para salvar o seu pequeno grupo e o único recurso que ela conhece é atravessando a perigosa e perversa Coldtown.

Esse livro vai surpreender vocês como me surpreendeu, não é mais um livro de vampiro, é A Menina Mais Fria de Coldtown.

“Tana acordou deitada em uma banheira. Suas pernas estavam levantadas, a bochecha, pressionada junto ao frio metal da torneira. ”

site: https://www.iloveitgroup.com/resenhas/a-menina-mais-fria-de-coldtown-holly-black
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Camila Pugliesi 23/03/2016

Recomendável
Quando comecei a ler, não esperava muito do livro (principalmente devido ao nome e tal). Tendo tido pouca experiência com livros sobre vampirismo eu curti bastante. Tem uma pegada legal, vampiros clássicos (com as fraquezas clássicas) e o enredo é interessante. O único problema que vi nele foi que a autora forçou demais alguns pontos para eles se ligarem ou não soube conduzir direito algumas coisas deixando espaços no livro sem muito nexo (como por exemplo o fato dos personagens terem viajado por um dia inteiro, cobertos de sangue, parando em alguns lugares e ninguém ter feito perguntas nem achado estranho. As coisas que eu mais gostei neles foi o início de cada capítulo com uma citação sobre a morte e o fato de o vampirismo não ser tratado como algo sobrenatural, mas, como uma doença.
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Silvana 16/04/2016

Tana tinha sete anos quando os surtos dos vampiros começaram. Várias cidades foram infectadas e para conter os surtos os militares ergueram barricadas em volta das áreas das cidades em que as infecções irromperam, fundando assim as primeiras Coldtowns. Quando ela completou dez anos, sua mãe voltou de uma festa resfriada, aquele tipo de Resfriado que as temperaturas corporais caiam, os sentidos aguçavam e a pessoa tinha sede por sangue. E se a pessoa resfriada bebesse sangue, se tornava completamente fria. Só havia um jeito da pessoa não se transformar, ela não podia beber sangue. Mas para que a infecção fosse eliminada do organismo da pessoa, demorava cerca de oitenta e oito dias e enquanto esperavam, as pessoas eram levadas para uma Coldtown. E já fazia sete anos que isso acontecera, sete anos que sua própria mãe a atacou.

Tana acorda deitada em uma banheira e aos poucos vai se lembrando de onde está. Ontem ela veio até a casa de fazenda de um amigo para uma festa ao por do Sol. Mas o Sol já está alto e ninguém lembrou de acordá-la. Mas quando chega na sala ela, vê o porque disso, está todo mundo morto. Ela vê uma janela aberta e já sabe o que aconteceu, um vampiro entrou por ela, mesmo com os alhos e a água-benta. Com medo dele ainda estar ali dormindo no meio dos cadáveres, ela começa a se mover delicadamente a procura de suas botas e de seu celular. É quando ela encontra seu ex Aidan, amarrado em uma cama e ao lado da cama um outro garoto acorrentado. Um garoto-vampiro. E quando ela tenta soltar Aidan, ele percebe que ele foi infectado, já que a primeira coisa que ele faz é tentar mordê-la. Mas ainda assim Tana não pode deixar ele a mercê dos vampiros que o morderam e decide tirar Aidan de lá e leva o outro vampiro, que se chama Gráviel, junto.

Mas antes de escapar, Tana tem a perna arranhada por um dos vampiros e agora tem que esperar 48 horas para saber se contraiu o Resfriado. Então eles não podem voltar para casa e Aidan diz que eles deveriam ir até a Coldtown mais próxima. Mas uma vez lá dentro, mesmo se eles não se transformarem eles não podem mais sair, a não ser que eles tenham um sinalizador, uma espécie de moeda que alguém consegue quando entrega um vampiro em uma Coldtown. Um vampiro por um humano. Nas Coldtowns vivem as pessoas infectadas, os vampiros capturados e os humanos doentes, tristes ou desiludidos que vão para lá por vontade própria na esperança de serem transformados. Tana não achava Coldtown a melhor opção, até ouvir uma mensagem de seu pai pedindo que ela não volte para casa. E nessa viagem vão se juntar a eles dois irmãos, Midnight e Winter, que estão indo para Coldtown por vontade própria.

Eu já conhecia a escrita da Holly pela série Magisterium, que ela escreveu junto com a Cassandra Clare, mas da autora sozinha esse é o primeiro. E agora entendi porque gostei tanto de Magisterium, a Holly é incrível. Não que eu não goste da Cassandra, mas é que a Holly da um toque mágico a história. Ela conseguiu pegar um tema batido, que todo mundo já escreveu sobre ele como os vampiros e criar algo totalmente novo e gostoso de ler. Se for ver a história não tem nada demais, nada excepcional, mas a Holly faz com que isso aconteça. Uma história que nas mãos de outra pessoa poderia ser apenas mais uma história, nas mãos dela se tornou unica e é um livro que vou recomendar sempre de agora em diante quando alguém pedir uma indicação de um livro diferente, sem ser diferente. Não sei se deu para entender hehe.

Tana é aquela garota que você não dá nada por ela no início, mas que no final você diz uau, que protagonista. Ela começa o livro normal e termina gigante. Graviel é encantador e me apaixonei por ele logo no inicio e fiquei o livro todo torcendo para que ele ficasse com a Tana. Falando nisso o livro tem uma pitada de romance, mas não é o foco. Não posso dizer mais nada do Graviel para não soltar spoilers, só digo que ele é uma caixinha de surpresas. Aidan é um pouco irritante no começo do livro com uma certa dependência da Tana, mas no final até gostei do que ele fez. E tem muitos outros personagens dentro da Coldtown que fizeram a diferença na história. Entre eles Luciem, um dos vampiros chefe do local. E o cenário representado aqui pelas Coldtowns é um personagem a parte. E por fim, ainda temos um final aberto que nesse caso eu gostei. Como disse no começo, a história é incrível e se você pensa que já leu tudo sobre vampiros, da uma chance A menina mais fria de Coldtown.


site: http://blogprefacio.blogspot.com.br/2016/03/resenha-menina-mais-fria-de-coldtown.html
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Namorando Livros 27/04/2016

Namorando Livros - A Menina Mais Fria de Coldtown
A menina mais fria de Coldtown é uma ficção voltada mais para o publico adolescente que mostra como seria em mundo na qual convivem humanos e vampiros lado a lado, a autora nos mostra um mundo pós-apocalíptico, onde grandes metrópoles foram devastadas por vampiros,outras que ainda são governadas por humanos e ainda há as Coldtowns que são cidades totalmente governadas por vampiros, dentro delas a população é constituída por vampiros,por pessoas que estão passando pela transição, e por pessoas que desejam ser vampiros.

E nesse mundo louco a protagonista(Tana) passar por muitas aventuras,desafios,dilemas ao lado do ex namorado(que está em fase de transição) e Graviel um vampiro misterioso e um tanto insano.Os personagens são bem interessantes e peculiares,com objetivos e opiniões bem diferente,a leitura nos prende,a historia tem revelações e acontecimento que nos faz lê-lo cada vez mais.Enfim,adorei a historia achei muito bem construída e diferente,faz jus ser um best-seller com direito a premiação e tudo mais, aconselho todos a ler vale muito a pena.

site: http://namorandolivros.com.br
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Geisa 31/05/2016

O final poderia ter sido melhor
à história começou boa , porém a aurora enrolou muito e o final nao foi la aquelas coisas . É um livro razoavel
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Bela Lima 24/06/2016

Amei o envolvimento entre os personagens. Amei os personagens. Amei a historia.
Os vampiros foram revelados como verdadeiros a sociedade há dez anos somente porque, em diversas partes do mundo, começando pelos Estados Unidos, estavam numa epidemia. O governo, tentando controlá-los, criou Coldtown, muralhas ao redor das cidades mais infectadas, colocando-as em quarentenas, mantendo os vampiros dentro. E humanos também para servir de alimento (bebida).

“Porém, se uma pessoa não acredita em monstros, então, como seria capaz de manter a gente a salvo deles?”

Nesse mundo, vivendo fora dessas Coldtown, Tara acorda um dia depois de uma festa deitada na banheira (fato esse que salvou sua vida), pois o resto de seus amigos encontra-se morto, banhados em seus próprios sangues. Os Frios, nome como os vampiros são chamados, atacaram a casa a noite, matando a todos. Menos Aiden, seu ex-namorado, que está amarrado e amordaçado num quarto junto com Gavriel, outro vampiro.

Tara planeja pegar Aiden e fugir, desaparecer antes que os vampiros retornem ao anoitecer para completar o que planejam, seja lá o que for. Só que Aiden foi mordido e está em processo de transição, Resfriado como dizem. Se Aiden beber sangue humano, ele virará um deles, mas se ele passar dessa fase, que varia de 8 a 80 dias, ele estará livre dessa ‘doença’.

“Enquanto eu achava que estava aprendendo a viver, eu vinha aprendendo a morrer — Leonardo da Vinci”

Com isso, Tara decide levá-lo a Springfield, a Coldtown mais próxima e famosa, para que ele não machuque ninguém quando estiver sucumbindo às toxinas. Durante a viagem, eles encontram um casal de gêmeos blogueiros, Midnight e Winter, que desejam irem ate lá para se transformaram em vampiros.

O livro é narrado na terceira pessoa com três perspectivas diferentes: Tara, que narra o presente e seu passado; Gavriel, que mostra detalhes de um mundo onde vampiros viviam escondidos nas sombras; e Midnight, com postes sobre vampirismo no seu blog.

“Contemplando-a por um bom tempo com algo semelhante a horror, como se a estivesse vendo pela primeira vez, ele disse:— Você é mais perigosa do que o nascer do sol.”

Tara é uma personagem louca do inicio ao fim, gostei muito da força dela, embora seu comportamento em relação à Aiden me enerva. Ela é muito condescendente em relação a ele, serio.

Gavriel é... Louco e encantador ao mesmo tempo, sendo sarcástico e melodramático na medida certa. Não vamos nos esquecer da loucura. Ele é bastante insano. Sem pausa. Embora Tara consiga de alguma maneira mantê-lo sobre controle. Não é nenhuma surpresa um romance ter se desenvolvido entre eles (não que eu esteja reclamando).

“(...) eu estou assustada, porque você não apenas não é humano, você não é como ninguém. Não existe ninguém como você em todo o mundo e é você que eu quero. Eu quero você e eu odeio querer as coisas e eu odeio especialmente admitir que as quero.”

A Menina Mais Fria de Coldtown não é um livro de romance, contudo os pequenos momentos que isso é apresentando foram maravilhosos. Amei o envolvimento entre os personagens. Amei os personagens. Amei a historia.

O final me surpreendeu e não reclamaria de uma continuação, mesmo que todas as perguntas terem sido respondidas. Holly explicou os vampiros que criou, como toda essa epidemia de vampiros aconteceu, quem foi o culpado por isso... Infelizmente, o romance ficou em aberto. Cadê a continuação?

“Nós todos nós trabalhamos contra a nossa própria cura, pois a morte é a cura de todas as doenças — Sir Thomas Browne”

Holly criou uma historia pós-apocalíptica de vampiros com todo sangue, horror e medo necessária, mostrando a romantização feita a esses seres sem esconder a maldade deles. Vemos vampiros que queimam no sol, temem água benta e são belos, frios e imortais. Até que morram.

site: http://sougeeksim.blogspot.com/2016/06/resenha-menina-mais-fria-de-coldtown.html
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Mari 04/07/2016

Chato pra kawaka
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